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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Orientação Profissional

Orientando Caminhos Profissionais ...Porque sempre é tempo de se descobrir,sempre é tempo de fazer e de refazer escolhas...

Realizar escolhas não é tarefa fácil. Mesmo quando uma escolha parece simples e corriqueira, ainda assim o processo é complexo. Porque escolher significa abrir mão de uma série de outras possibilidades não escolhidas; escolher implica na elaboração de um luto. Com uma escolha tão relevante quanto a escolha profissional também é assim - quando optamos por seguir em determinada direção deixamos de lado todas as outras opções que poderiam se abrir diante de nós. É um ganho que sempre envolve perdas. Isto é inevitável. Não é à toa que realizar escolhas seja fonte de conflitos em maior ou menor intensidade. Mobilizado por estes conflitos torna-se ainda mais difícil discriminar para que lado seguir frente a um caminho no qual se descortinam várias possibilidades. O que fazer para não se aprisionar neste impasse? Antes de tudo, compreender a dinâmica envolvida na tomada de decisão. Perceber que o conflito é inerente ao processo, lançando luz a este terreno que pode parecer tão obscuro. Atingir tal compreensão pressupõe refletir sobre alguns aspectos que permeiam o processo de escolha profissional: o que significa fazer uma escolha? Quais os fatores que influenciam a tomada de decisão profissional? Quais as crenças e pré-conceitos envolvidos nesta escolha? Quais os temores e ansiedades que provoca? Quais são as variáveis que podem interferir neste dinâmico processo? A estas perguntas e reflexões somam-se, ainda, outras: quem sou eu? O que eu quero vir a ser? Quais são meus limites e potencialidades? Para onde aponta meu desejo? O seu autoconhecimento, aliado ao conhecimento da realidade sócio-profissional, configura-se o terreno fértil para um processo de tomada de decisão consciente e responsável.
Compreendendo a Escolha Profissional
A escolha profissional é um processo dinâmico em permanente construção, atravessado por conflitos, lutos, ansiedades e angústias, influenciado por diversos fatores internos e externos. Compreender esta complexa dinâmica poderá ajudá-lo a lidar melhor com os eventuais impasses, dúvidas e indecisões.
Como influências (que podem vir a configurar fontes de conflito) destacam-se: os pais, a família de um modo geral, os amigos e o grupo social, o meio sócio-cultural, os processos psíquicos inconscientes, os preconceitos com relação às profissões e suas distorções cognitivas. Há ainda crenças e mitos que dificultam a escolha profissional. Por exemplo, acreditar que a escolha é definitiva e para sempre gera angústia. Mas como pensar na tomada de escolha profissional como uma decisão finalizada em si mesma se nossa personalidade é dinâmica, se nossas preferências e competências mudam de acordo com nossas experiências, se a cada momento da vida podemos perceber que há outras escolhas melhores e mais satisfatórias? Se nós mudamos, por que nossas escolhas não poderiam acompanhar estas mudanças? Ao pensar que a escolha é definitiva, a ansiedade de escolha toma proporções que podem até mesmo imobilizá-lo. O medo de errar na escolha fundamenta-se na fantasia de que exista “a escolha certa”, sendo todas as outras “escolhas erradas”. Na verdade, o que há são possibilidades de escolha – e uma tomada de decisão envolve o conseqüente luto pelas outras possibilidades deixadas de lado.
Outro medo que surge ante a perspectiva de efetuar uma escolha profissional é o medo de não ser capaz de sustentar a escolha e/ou de não ser competente profissionalmente – ansiedade agravada pelas inseguranças próprias de cada um e pelo desconhecido de um mundo novo que se descortina a partir de uma tomada de decisão. É preciso compreender que escolher é um ato de coragem, é uma aposta cujo resultado só se saberá a posteriori.
O que é Escolha Profissional?
Quando pensamos no conflito de escolha profissional, a primeira idéia que nos vem à cabeça é a de um indivíduo – geralmente um adolescente – em dúvida quanto ao vestibular. No entanto, o conflito em escolher uma profissão não é privilégio de quem deseja ingressar em uma faculdade. Durante toda a vida estamos fazendo escolhas. Uma escolha não se encerra em um único momento. É como se estivéssemos sempre nos questionando, abrindo a possibilidade de reafirmar a escolha anterior ou de transformá-la, mudando um pouco nosso caminho. Ou, ainda, abandoná-la de vez em busca de novas possibilidades. E será assim por toda a vida! Em cada etapa da vida este processo será atravessado por particularidades e questionamentos específicos - na vivência do vestibular, na escolha de pós-graduação, na definição de campos de atuação, no direcionamento de carreira, na preparação para aposentadoria,... E as dificuldades vivenciadas muitas vezes podem levá-lo a escolher impulsivamente, a deixar-se influenciar pelas opiniões e desejos de outras pessoas ao seu redor, a abrir mão daquilo que realmente importa para você, etc. São tantas dúvidas, pressões, incertezas...
O que fazer diante disso?
Decidir impulsivamente, "atirar em qualquer direção", deixar de lado seus desejos são armadilhas que resolvem o conflito momentaneamente e apenas de forma ilusória, podendo trazer conseqüências futuras.
Como solucionar efetivamente o impasse? Elaborando seus conflitos e efetuando uma escolha autêntica.
Mas... O que significa isso? O que seria efetuar uma escolha autêntica?
Escolha é uma tomada de consciência.Uma aposta no seu desejo.Um ato de coragem.É discriminar e sustentar um desejo.Comprometer-se com as perguntas: "O que, de fato, eu quero?""O que estou disposto a perder?"É afirmar esse querer: eis o ponto de partida para o seu projeto profissional!
A escolha profissional é um processo

Como acontece a escolha profissional, esta escolha autêntica? Isto não se dá de repente, de um momento pra outro. A escolha não surge, um belo dia, como mágica. A escolha profissional é um processo em permanente construção e se inicia na infância. Desde cedo pensamos no que queremos "ser quando crescer". Isto não ocorre por acaso.
O próprio processo de construção da personalidade e da identidade efetua-se junto ao desenvolvimento vocacional.
E como seria este caminhar que nos leva em direção a uma escolha autêntica, esta escolha que corresponda ao nosso desejo?
Chegamos ao mundo trazendo conosco uma bagagem genética, hereditária, que podemos chamar de APTIDÕES INATAS. Nesta etapa as aptidões são apenas potencialmente habilidades que podem vir a ser desenvolvidas, se houver um contexto favorável a isso.
(1) No desenvolvimento da personalidade vamos nos diferenciando dos outros, nos percebendo como seres únicos e singulares, com características próprias. Isto significa construir nossa IDENTIDADE, elaborando respostas para a questão "quem sou eu?".
(2) Neste caminho, vamos desenvolvendo aptidões através da aprendizagem, delineando nossas competências, respondendo às questões "o que posso fazer?", "sou bom em quê?". Além das novas APTIDÕES APRENDIDAS, esta etapa inclui também o desenvolvimento das tais APTIDÕES INATAS, desde que sejam devidamente estimuladas.
(3) Na busca pela independência, ainda construindo nossa identidade, entram em cena os questionamentos acerca de nossos VALORES, ASPIRAÇÕES e INTERESSES. "O que eu quero da vida?", "de que eu gosto?" são as questões a serem respondidas nesta etapa.
(4) Este caminho culmina no comprometimento profissional, que corresponde à busca de satisfação através do delinear de um PROJETO PROFISSIONAL.
Parte-se do "quem sou eu" para chegar ao "quem serei eu", ou seja, "o que quero vir a ser". Este é o retrato de um "caminho ideal", culminando neste comprometimento naturalmente marcado por escolhas autênticas, conscientes e determinadas. Exposto dessa maneira parece até fácil e simples se engajar em um projeto profissional. E seria simples se a realidade não abrangesse uma série de outros fatores, como as influências internas e externas, as perdas, as crenças instituídas, os temores e ansiedades que incidem permanentemente sobre esse caminho podendo gerar conflitos e dificuldades de escolha. Em todo caso, o principal aqui é ressaltar que a escolha profissional é um processo complexo que se inicia na infância. Portanto, se uma escolha se efetua, culminando no engajamento em um projeto profissional, houve todo um processo anterior, toda uma história de vida e uma construção de identidade que antecederam a esta escolha. As escolhas são sempre resultado deste caminho!
Aos Vestibulandos
Você já sabe o que quer fazer no vestibular? Ou tem dúvidas, incertezas e não consegue se decidir? Sente-se inseguro quanto ao rumo que deseja dar à sua vida profissional? Se este é o seu caso, e você tiver dificuldades em solucionar sozinho suas indefinições, pode ser proveitoso que busque um serviço de Orientação Vocacional. Algumas pessoas atravessam estas dúvidas e conflitos sem necessidade de ajuda especializada – conversando com pessoas próximas e buscando informação profissional. Outras, no entanto, preferem buscar um processo de Orientação Vocacional para refletir sobre suas incertezas, promover um maior autoconhecimento, descobrir suas habilidades, aptidões, valores e interesses, traçando, assim, um projeto profissional consistente e fundamentado.
Provavelmente você deve conhecer outras pessoas que também estão atravessando este mesmo momento: a necessidade de escolha de um curso universitário. Algumas delas provavelmente já se decidiram. Você conhece muitas pessoas que já sabem, com certeza, o que fazer no vestibular? E destas pessoas, quantas escolheram apenas uma profissão? Porque se alguém tem certeza de que quer fazer Biologia, Comunicação e Engenharia Elétrica, isso não resolve muita coisa... Isso não é uma escolha – ainda.
Freqüentemente o problema se resolve da seguinte maneira: inscrevendo-se no vestibular de algumas universidades e para várias carreiras, basta esperar o resultado – aquele em que passar será o curso a seguir. Simples, não? Nem tanto... E se for aprovado em todas as opções? O conflito continua... Pode até ser que a estratégia “dê certo” sendo aprovado apenas em uma das opções. No entanto, o conflito apenas supostamente se resolveu. Por um lado, o que não foi escolhido fica automaticamente decidido. Por outro lado, abre-se mão do privilégio de ser responsável pelo que quer e pelo que faz da sua vida.
Cedo ou tarde todos precisam aprender a ser responsáveis por si mesmos e por suas próprias escolhas – o quanto antes melhor; os efeitos serão positivos. Do contrário, acaba passando no vestibular para Comunicação e um tempo depois descobre que o que realmente queria era Biologia... Por que não cuidar de suas escolhas agora, ao invés de não se responsabilizar, sofrendo as conseqüências depois?
Refletindo sobre a escolha profissional
Se você está em dúvida quanto ao curso que deseja seguir, sem saber o que fazer de sua vida profissional, saiba que você não está sozinho. Há dados estatísticos que mostram que só 5% dos vestibulandos sabem com certeza o que querem fazer no momento do vestibular. Como se isso não bastasse, 40% dos universitários abandonam seus cursos ainda no primeiro ano de faculdade. Estudos mostram que um dos motivos é a insatisfação com a escolha realizada. Estes números são preocupantes. Por que será esta a realidade encontrada? Por que estes números? Vamos esclarecer estas questões aos poucos...
Antes, reflita sobre as algumas perguntas...
1-Você já teve receio de que seus pais ou amigos não aprovem a sua escolha?2-Você já teve medo de não conseguir escolher uma profissão?3-Você já sentiu que é muito cedo para fazer uma escolha que "será para a vida toda"?4-Você já ouviu frases como "não escolha esta profissão, isto não dá dinheiro!" ou "escolha aquela profissão, pois é profissão do futuro!"?5-Você já sentiu que gosta de tantas coisas que torna-se difícil optar por uma apenas?6-Você tem dificuldade em imaginar o que estará fazendo daqui a dez anos?
Você respondeu "sim" a algumas destas perguntas? Pois você já pode começar a perceber uma pequena amostra das dificuldades que incidem sobre a complexa tarefa de definir um projeto profissional. Nestas 6 perguntas já temos alguns exemplos de preconceitos, pressões, influências que interferem nas escolhas – e que acabam gerando diversos conflitos.
Para saber mais sobre os fatores que influenciam a tomada de decisão e ampliar sua compreensão sobre este dinâmico processo continue navegando pelos outros links deste site.
Influências no processo de Escolha Profissional

Quais seriam as influências a que estamos submetidos ao efetuar uma escolha profissional? Algumas advêm do meio externo, outras são mobilizadas por processos psíquicos internos. Ambas são inerentes ao processo de escolha e podem ou não configurar fontes de conflito. Devem, portanto, ser levadas em consideração, já que podem acarretar dificuldades e até mesmo impasses na realização de uma escolha autêntica, de uma escolha que seja fruto do seu próprio desejo. Conheça agora algumas das principais influências no processo de escolha profissional:
* OS PAIS E A FAMÍLIA
Intensas pressões podem vir da família, tanto para que se escolha uma determinada profissão, quanto para que não se escolha outra. As expectativas, os valores e os projetos familiares, por mais bem intencionados que sejam, são como "marcas de um desejo do outro", que incidem sobre nós e influenciam nossas escolhas – explícita ou implicitamente. Muitas vezes, sem nem perceber, nos identificamos com estes desejos, nos misturando e nos embaralhando com eles. Com isso, perdemos um pouco a capacidade de nos diferenciarmos destes "desejos do outro". Discriminar "o que querem de mim" de "o que eu quero para mim" é o caminho a ser buscado. Qual é, de fato, o seu desejo?

* OS AMIGOS E O GRUPO SOCIAL
As pressões do grupo social ao qual fazemos parte também exercem forte influência. Do mesmo modo como ocorre com a família, muitas vezes nos misturamos com o desejo de nossos amigos – o que é natural, pois na constituição de qualquer grupo, o que o mantém unido é um certo sentimento de identidade que muitas vezes pode se confundir com a identidade profissional dos membros do grupo. O receio de não ser aceito pelo grupo em função de uma determinada escolha também pode interferir no processo. Deixar-se levar por esta influência – muitas vezes sem nem se dar conta disso – pode ocasionar conflitos e prejudicar a realização de uma escolha autêntica.* O MEIO SÓCIO-CULTURAL
Também sofremos pressões em função do meio sócio-cultural no qual estamos inseridos. O sistema de valores sócio-cultural dita regras implícitas e explicitas quanto a quais profissões são consideradas fonte de status social e quais são vistas com preconceito. Além disso, é este contexto que determina, em grande medida, o tipo de informação que recebemos – o que vai influenciar fortemente as escolhas realizadas. Isto porque as escolhas se efetuam dentro de um universo minimamente conhecido e, portanto, determinado pelo meio sócio-cultural. Não se escolhe aquilo a que não se teve acesso, que não se sabe que existe. Outra questão relevante como influência direta na escolha profissional são os estímulos que nos levam a desenvolver determinadas aptidões e habilidades, bem como a desenvolver interesse por determinadas áreas. Estes estímulos também são determinados pelo meio em que nos encontramos.* A DINÂMICA DOS PROCESSOS INCONSCIENTES
Ao considerar o inconsciente, leva-se em conta que uma escolha, qualquer que seja esta escolha, não é arbitrária. Há algo de uma "determinação" inconsciente, própria dos processos psíquicos de cada um. Isto se relaciona, inclusive, com os itens anteriores (a família, os pais, os amigos, o grupo social, a cultura) que exercem sua influência também através dos processos inconscientes. Segundo Sigmund Freud, maturidade seria a capacidade de amar e trabalhar. O tema da escolha profissional, para a psicanálise, está atravessado por diversos mecanismos inconscientes como atitudes defensivas e escolhas sintomáticas. Portanto, haja ou não conflito de escolha, estes processos nos atravessam sem que percebamos – até porque são dinâmicas inconscientes. Havendo necessidade, o psicólogo é o profissional capacitado para diagnosticar a atuação de mecanismos inconscientes na origem de suas dificuldades e poderá ajudá-lo a elaborar e a criar novas formas de relação com o conflito da escolha.
Isso significa elucidar os "pontos cegos" nesta dinâmica dos processos inconscientes como forma de possibilitar novos arranjos psíquicos que abram caminho para a realização de uma escolha profissional. Muitas vezes um processo de orientação vocacional é suficiente para proporcionar mudanças na dinâmica psíquica; outras vezes pode ser recomendada a realização de uma psicoterapia. Um psicólogo poderá orientá-lo quanto a isso, se for o caso.
* OS PRECONCEITOS COM RELAÇÃO ÀS PROFISSÕES
Alguns preconceitos se relacionam com crenças instituídas acerca da realidade sócio-profissional como: "tal profissão não dá dinheiro", "não há mercado para aquela profissão", etc. Há ainda outras formas de preconceito, como os relacionados ao gênero feminino ou masculino: "essa profissão é para mulheres; sou homem, não posso fazer isso" ou "não existem mulheres nesta atividade, não vou conseguir me inserir". Trata-se, portanto, de estereótipos, de "pré-conceitos" sobre atividades e profissões. É preciso ter cuidado para não abrir mão de seus desejos em virtude destas influências. Manter o senso crítico e estar sempre atento são bons caminhos para não se deixar influenciar por estereótipos. A cada vez que você notar que já possui juízo formado sobre uma atividade ou profissão, pergunte-se: "minha percepção fundamenta-se em uma análise criteriosa e na construção de uma imagem correspondente à realidade desta profissão, ou estou tomando como verdade um mero estereótipo?"
* O LUTO PELO QUE NÃO FOI ESCOLHIDO
Escolher uma profissão, significar não escolher todas as outras. Muitas vezes o que está em questão na dificuldade de escolha é muito mais "o que se precisa deixar para trás" do que "o que se deseja levar em frente". Sempre há perdas em um processo de escolha: "perde-se aqui, para poder ganhar ali". E como em toda perda, seja material ou emocional, há o que se denomina "vivência do luto". Trata-se de elaborar a perda sofrida, para que seja possível deixar para trás o que se perdeu e seguir em frente. Sem a elaboração do luto pelo não-escolhido, pode-se ficar preso na indecisão, na imobilidade, sem conseguir "sair do lugar", configurando um impasse no processo de escolha profissional.
Condições facilitadoras da escolha profissional

Se o caminho para efetuar a escolha é tão complexo, se há tantas variáveis interferindo e até mesmo provocando conflitos e dificuldades, haveria como contrapartida condições facilitadoras para a realização da escolha profissional? Sim, é claro que há condições facilitadoras. São como os alicerces para a construção de seu projeto profissional, a saber:
* AUTO-CONHECIMENTO
Saber “quem você é” para saber “quem você quer ser”. Significa entrar em contato com seus valores, seus interesses, suas potencialidades, dificuldades e limites. Ampliar a auto-percepção abrindo caminho para discriminar o seu desejo.* INFORMAÇÃO PROFISSIONAL
Para saber “quem se quer ser” é preciso saber “o que há para ser”. Há diversas fontes de informação, tais como guias de profissões vendidos em bancas de jornal, internet, universidades, etc. Pesquise, converse com profissionais, visite universidades e campos de atuação profissional. A informação é fundamental, inclusive, para corrigir distorções acerca do seu conceito sobre as profissões, confrontando dados de realidade e construindo conhecimento.
* EQUILÍBRIO EMOCIONAL
É fundamental para conseguir olhar para si e se enxergar. Perceber quem você é – articulando seu autoconhecimento com as informações profissionais e os dados de realidade. Equilíbrio emocional possibilita bancar uma escolha, aceitar arriscar-se e apostar no seu futuro.
* AUTO-ESTIMA
Acreditar em si mesmo, acreditar na sua competência, acreditar em sua capacidade de se perceber e de efetuar uma escolha. Apostar no seu desejo. Escolher é um ato de coragem e a auto-estima é como a força que sustenta essa coragem.

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